
O ano que se inicia, nasce com muitas expectativas otimistas quanto ao nível de atividade econômica, de tal sorte que, muitos chegam a dizer que será mais intenso que o de 2008, quando o mercado acelerou rapidamente e, em alguns segmentos, chegou a faltar recursos de transporte.
No ano passado, em clima de crise, muitos aproveitaram o alívio de pressão por atendimento, para melhor estruturarem suas empresas em termos de controles no uso de recursos fixos, dimensionamento de frota, sistemas de custeio, etc.
Muitas novidades estão às portas de 2010, seja no plano legislativo-fiscal, seja tecnológico-operacional, alterando grande parte do modo de se fazer as mesmas coisas. O que não mudará é o conflito gerado entre empresas embarcadoras, operadores logísticos, transportadoras e autônomos, dada a grande concentração econômica do PIB nas mãos de poucos, que terceirizam e quarteirizam suas responsabilidades contratuais.
Pessoalmente creio que, ainda que esse estado de coisas não possa ser revertido, encontro uma solução de aplicação tópica para reduzir, ou até mesmo eliminar, o aparente conflito de interesses através da logística colaborativa aplicada em situações limitadas e é para isso que os convido a lerem esse post:
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